Sabemos que Deus age em todas as coisas para o bem daqueles que o amam, dos que foram chamados de acordo com o seu propósito.
Romanos 8:28

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Ambulância de Suporte Avançado de Vida (UTI Móvel) - SAMU 192


Um dos níveis de resposta do serviço de APH Móvel , a um pedido de atendimento de urgência, avaliado e priorizado pelo médico regulador como potencialmente grave.
A equipe do SAV é composta por médico, enfermeiro e condutor.
Segundo o parâmetro populacional calcula-se uma ambulância SAV para 400.000hab.
Veículo destinado ao atendimento e transporte de pacientes com alto risco em urgências pré-hospitalares ou transporte inter-hospitalar que necessitem de cuidados médicos intensivos.
Dispõe de equipamentos e materiais para realização de procedimentos complexos e avançados de reanimação e estabilização, realizados por médico e enfermeiro

sábado, 24 de outubro de 2009

O QUE FAZER AO SOCORRER UMA VITIMA DE ENVENENAMENTO E/OU INTOXICAÇÕES



Como Identificar um Envenenamento por Ingestão
Os sinais de ingestão de venenos incluem:
• Dor ou cólica abdominal
• Náuseas e vômitos
• Diarréia
• Queimaduras, manchas ou odores dentro ou ao
redor da boca
• Sonolência e inconsciência
• Frascos e recipientes nas proximidades

Cuidados com Envenenamento por Ingestão
Para atender vítimas de envenenamento por ingestão:
1. Determine:
• Tamanho e idade da vítima
• Substância ingerida
• Quantidade ingerida
• Tempo decorrido
2. Se a vítima estiver consciente ligue para o centro de
controle de intoxicações local e siga as instruções.
A maioria dos envenenamentos podem ser tratados
através das orientações fornecidas pelos
atendentes do centro de intoxicações.
3. Se a vítimas estiver inconsciente abra as vias
aéreas, verifique respiração e forneça os cuidados
que forem necessários. Chame o Resgate. Se a
vítima respira, coloque-a na posição de
recuperação sobre o lado esquerdo para retardar a
absorsão do conteúdo do estômago e prevenir o
vômito e a consequente aspiração do conteúddo
gástrico.
4. Se houver orientação do centro de controle de
intoxicações, administre carvão ativado para a
vítima.

O que fazer quando uma pessoa tiver uma Síncope ou Desmaio


Uma síncope, ou desmaio, pode ocorrer devido a:
• Redução ou interrupção do fluxo de sangue para o
cérebro
• Deficiência de nutrientes essenciais, necessários
para o funcionamento celular, como vitaminas e
sais minerais, oxigênio, glicose, etc.
• contusões diretas ou indiretas na cabeça
• influência de substâncias químicas como drogas ou
medicamentos.
• Intoxicações ou envenenamentos

Como Identificar um Desmaio
Os sinais de desmaio incluem:
• Inconsciência momentânea súbita
• Pele pálida, fria e úmida

Cuidados com o Desmaio
Para atender um desmaio:
Verifique o estado de consciência

Se a vítima estiver consciente coloque-a deitada com as
pernas elevadas cerca de 30 centímetros.

Se estiver inconsciente, abra as vias aéreas e verifique a
respiração aplicando os cuidados que forem necessários.

LESÕES NA BOCA


Lesões na boca podem envolver lábios, língua e
dentes.

LESÕES NOS LÁBIOS OU LÍNGUA
Cuidados com lesões nos lábios ou na língua
• Aplique pressão direta.
• Aplique compressas geladas.
• Se houver ferimentos profundos e/ou se o
sangramento não parar procure atendimento
médico.


DENTE AVULSIONADO
A avulsão de dente é uma emergência médica e
necessita de atendimento imediato. Você tem 30 minutos
para ir até um dentista pra que o reimplante seja eficaz.
Por isso, além da rapidêz, é necessário que o dente
avulsionado seja corretamente manuseado e preservado.

Cuidados com dente avulsionado
• Peça para a vítima lavar a boca e colocar um
chumaço de gaze no lugar do dente e morder para
mante-lo no lugar.
• Ache o dente avulsionado e segure-o pela coroa.
Coloque o dente:
1. dentro de um copo saliva e sangue da vítima.
2. dentro da boca da vítima ou da mãe
biológica.
3. dentro de um copo com leite integral.
• Procure atendimento de um dentista para o correto
re-implante.

LESÕES NO NARIZ


a
o
o
s
e
,
e

SANGRAMENTO NASAL
Sangramentos nasais são muito comuns. Ocorrem
quando vasos capilares dentro do nariz rompem-se com
espirros, pancadas, ar ressecado, entre outras causas.
Existem dois tipos de sangramentos nasais:
Anteriores: São os mais comuns e mais fáceis de cuidar.
Correspondem a 90% dos casos.
Posteriores: Envolve sangramento abundante
proveniente da parte posterior do nariz e nasofaringe. São
mais graves e necessitam cuidados médicos.

Cuidados com sangramentos nasais:
• Coloque a vítima sentada com a cabeça
ligeiramente inclinada pra frente.
• Pince (ou peça que a vítima pince) a parte mole da
narina, com os dedos polegar e indicador,
exercendo leve pressão, durante 5 a 10 minutos.

Procure atendimento médico se pelo menos uma das
situações abaixo estiverem presentes:
• Sangramento não pode ser controlado.
• Você suspeita de sangramento nasal posterior
• A vítima apresentar pressão arterial elevada ou
estiver fazendo uso de anticoagulantes ou grandes
doses de aspirina.

LESÕES NOS OLHOS


OBJETOS EXTRANHOS

Diversos são os objetos que podem atingir o olho e
causar danos. Mesmo pequenos objetos podem causar
irritação severa.

Cuidados com Objetos Extranho nos Olhos:
Tente uma ou mais das ténicas abaixopara remover o
objeto:
• Levante a pálpebra superior e.........
• Segure a pálpebra aberta e deixe um filete de água
morna cair
• Examine a parte interna da pálpebra inferior
puxando-a gentilmente. Se for possível ver o objeto
remova-o com uma gaze estéril umidecida ou um
lenço limpo
• Examine a parte interna das pálpebras superiores
puxando-as para cima pelos silios com a ajuda da
haste de um cotonete. Se for possível ver o objeto
remova-o com uma gaze estéril umidecida ou um
lenço limpo


LESÕES PENETRANTES E OBJETOS EMPALADOS

Lesões no olho são emergências graves. Objetos
afiados podem causar grandes danos ao atingirem ou
ficarem empalados no globo ocular.

Cuidados com lesóes penetrantes e objetos
empalados:
• Estabilize objetos empalados com rolos de ataduras
e gazes.
• Cubra tamém o olho bom.
• Procure atendimento médico imediato. Objetos
empalados não podem ser removidos fora do
hospital sem a presença de um médico.

GOLPE NO OLHO

Podem ser leves como um simples arroxeado, ou
graves que comprometa a visão.

Cuidados com golpes no olho:
• Aplique uma compressa fria por 15 minutos para
reduzir a dor. Não aplique sobre o olho e não
exerça pressão direta sobre o olho. Aplique sobre a
região óssea ao redor do olho.
• Procure atendimento médico imediatamente.

AVULSÃO DO OLHO

Cuidados com avulsão do olho:

• Cubra o olho avulsionado com uma compressa
estéril úmida. Não tente colocar o olho de volta no
lugar.
• Proteja o olho com ou copo limpo e mantenha-o no
lugar com uma bandagem.
• Cubra o olho bom.
• Procure atendimento médico imediato.



LESÕES NAS PÁLPEBRAS

Ferimentos nas pálpebras precisam de cuidados
especiais para a recuperação adequada.

Cuidados com ferimentos nas pálpebras:

• Se o globo ocular estiver ferido, não aplique
pressão. Se somente a pálpebra estiver ferida,
coloque uma compressão estéril e aplique uma leve
pressão.
• Cubra ambos os olhos.
• Procure atendiemtno médico imediato.


QUEIMADURAS QUÍMICAS NO OLHO

Queimaduras químicas no olho necessitam de
cuidados imediatos. Danos podem ocorrer em um minuto
comprometendo a visão.

Cuidados com queimaduras químicas nos olhos:

• Mantenha as pálpebras abertas e lave com água
em abundância. Lave por pelo menos 20 minutos.
• Cubra os olhos com compressas estéreis
• Procure assistência médica imediatamente.


QUEIMADURAS PELA LUZ

Cuidados com queimaduras pela luz:

• Cubra ambos os olhos com compressas limpas e
secas. Peça a vítima para não esfregar o olho.
• Procure atendimento médico.

QUEIMADURAS TÉRMICAS


Avalie e atenda as queimaduras térmicas
seguindo os passos:
• Determine a profundidade da queimadura.
Podem ser superficiais ou de primeiro grau,
parciais ou de segundo grau ou, profunda
ou terceiro grau.
Detremine a extensão da queimadura. Use
uma média da porcentagem da superfície
corporal atingida. Use a regra da palma da
mão para ter um parâmetro. Considere que
a palma da mão da vítima equivale a um
porcento da superfície corporal.
Determine que partes do corpo foram
atingidas. Preste muita atenção em
queimaduras no rosto, mãos, pés, genitais,
que circundam o tórax ou membros, que
atinjam articulações.
Detremine se existem outras lesões ou
problemas médicos envolvidos.

Como Atender Queimaduras Térmicas:

Os objetivos dos cuidados para
queimadura são de reduzir a dor, proteger
contra infecção e, determinar a necessidade de
atendimento médico. Muitas queimaduras são
pequenas e não necesssitam de cuidados
médicos.
Queimaduras graves devem ser tratadas
por um médico e necessitam cuidados
hospitalares.
Se a roupa da vítima estiver em chamas,
faça a vítima deitar e rolar. Abafe as chamas
com um cobertor ou toalha ou, jogue água se
disponível.
Procure assistência médica se, pelo menos
uma uma das condições descritas abaixo
estiverem presentes:
• Se a vítima apresentar dificuldade
respiratória.
• Existirem outras leões associadas.
• Se a queimadura atingir face, mãos, pés,
genitálias, articulações, ou atingirem toda a
circunferência do tórax ou extremidades.
• Suspeitar de abuso infantil ou contra o
idoso.
A área atingida em uma queimadura de
segundo grau, ou parcial, for de 20% ou
maior.
A queimadura for de terceiro grau, ou total.

Queimadura Elétrica


A queimadura elétrica resulta da passagem de corrente elétrica pelo cor-
po do paciente. A queimadura pode ser causada por baixa voltagem ( corren-
te alternada) ou alta voltagem (corrente direta). Normalmente a queimadura
elétrica é mais séria do que aparenta. Quando a corrente atravessa o corpo,
destrói músculos, nervos e vasos sangüíneos. Pode resultar em profundas
alterações do balanço ácido-básico e produção de mioglobinúria, acarretan-
do sérias alterações da função renal. Em uma queimadura elétrica importante
em que observarmos urina avermelhada ou cor de "Coca-Cola", devemos
pensar que estão ocorrendo mioglobinúria e acidose. Boius de 50 mEq de
bicarbonato de sódio devem ser dados por via venosa até o pH retornar ao
normal. Em associação, manitol pode ser dado na dose de 25 g imediatamen-
te e bolus de 12,5 g pode ser dado em intervalos regulares até se estabilizar
uma diurese livre de mioglobinúria.

Queimadura Química


Queimaduras químicas são usualmente causadas por ácido sulfúrico ou
ácido nítrico e as lesões por álcali o são por soda cáustica ou amônia anidra.
Geralmente as lesões por álcali são mais graves do que as causadas por ácido,
porque o álcali penetra rapidamente e mais profundamente.
Irrigação imediata com solução neutralizante é mandatória e seguida de
lavagem com água abundante por pelo menos 30 minutos. Queimaduras por
álcali vão requerer prolongadas neutralizações. Lesões por álcali nos olhos
requerem pelo menos 8 h de irrigação contínua.

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

QUEIMADURAS


TIPOS DE QUEIMADURAS

As queimaduras podem ser classificadas em térmicas, químicas e elétricas.

Classificação das queimaduras

As queimaduras podem ser classificadas quanto ao grau de profundidade queimada como:

Primerio Grau - também chamada queimadura superficial, atinge as primeiras camadas de pele deixando a área avermelhada.


Segundo Grau - também chamada de queimadura parcial, atinge as camadas da
pele com maior intensidade de calor e as terminações nervosas gerando dor, sua principal caracteristica é a formação de bolhas.


Terceiro Grau - também chamada de queimadura total, destroe completamente as camadas de pele e pode atingir até os musculos e ossos, destroe completamente as
terminações nervosas.


Cuidados para queimaduras de primeiro
grau:
• Esfrie a queimadura com água corrente
durante pelo menos 10 minutos, até que a
dor passe.
• Após esfriar a queimadura aplique gel
hidratante a base de água.


Cuidados com queimaduras de
Segundo Grau com menos de 20% de
superfície corporal atingida:
• Remova roupas e acessórios como jóias,
relógios,etc.
• Esfrie a área atingida com água corrente
fria
• Cubra a área atinjida com uma gaze estéril
seca, de preferência não aderente.
• Aplique gel hidratante a base de água.

Cuidados com queimaduras de segundo
grau com mais de 20% de superfície corporal
atingida e queimaduras de terceiro grau:
• Monitore a respiração
• Remova roupas, acessórios e outros
objetos.
• Cubra a queimadura com uma gaze estéril
seca não aderente.
• Atenda para o choque
Procure atendimento médico.

Sangramentos


Sangramentos ocorre quando uma lesão
ou ferimento atinge e rompe os vasos
sanguíneos fazendo com que o sangue
estravaze para o meio externo ou meio interno.
O termo hemorragia geralmente é utilizado
para sangramentos em grande quantidade. A
hemorragia pode levar a vítima ao estado de
choque e consequentemente à morte se
nenhuma providência for tomada.
Os sangramentos podem ser externos ou
internos. Podem ser classificados em arteriais,
venosos ou capilares de acodo com sua origem.

Arterial - O sangue tem coloração vermelho
vivo e flui em forma de jato a cada batimento
cardíaco.

Venoso - O sangue tem coloração vermelho
azulado e escorre continuamente através do
ferimento.

Capilar - Aparece em pequena quantidade n
ferimento.



Sangramento Interno

Um sangramento interno ocorre quando
um trauma não rompe a pele mas lesiona os
tecidos e vasos sanguíneo subjacentes. Em
alguns casos pode ser fácil identificar o
sangramento interno através do inchaço e
equimose formados no local da lesão. Porém,
em alguns casos, pode ser difícil reconhecer o
sangramento, principalmente quando o sangue
se acumula em orgãos ou cavidades do corpo.
Uma grande quantidade de sangue pode se
acumular em orgãos ou cavidades do corpo
levando a vítima ao estado de choque e
consequentemente à morte.

Como identificar:
Os sinais de sangramento interno podem
aparecer rapidamente ou levar horas ou dias
para aparecer. Incluem:
• Hematoma ou equimose
• Dor e flacidezno local
• Vômito ou tosse com sangue
• Fezes escuras ou com sangue vermelho
vivo


Sinais de Hemorragia interna grave incluem:
• alteração do nível de consciência ou
inconsciência
• gressividade ou passividade
• ansiedade ou indiferença.
• tremores e arrepios do corpo
• pulso rápido e fraco
• respiração rápida e superficial
• pele pálida, fria e úmida
• sudorese
• pupilas dilatadas



Sangramento Externo


Os cuidados de primeiros socorros para os
ferimentos envolvem o controle do sangramento
e impedir o agravamento da lesão e a infecção
protegendo a ferida.
• Use luvas e as barreiras universais
necessárias.
• Exponha o ferimento rasgando ou cortando
a roupa da vítima.
• Coloque um compressa limpa e seca e,
aplique pressão direta sobre o local. A
compressão direta é suficiente para
interromper a maioria dos sangramentos.
• Se o sangramento for no braço ou perna,
mantenha o membro elevado enquanto
continua aplicando pressão sobre o
ferimento.
• Coloque uma bandagem sobre a
compressa para mante-la no local e
continuar aplicando pressão.
• Caso a compressa fique enxarcada de
sangue, não remova. Coloque outras
compressas por cima e continue aplicando
pressão.
-Se ainda sim o sangramento não parar
aplique pressão sobre o ponto de pressão
enquanto continua aplicando pressão
sobre o ferimento e mantendo a elevação
do membro. Os pontos de pressão referen-
se aos pontos onde as artérias passam
superficialmente a pele e próximo aos
óssos e podem ser facilmente comprimidas
interrompendo o fluxo sanguíneo para o
membro lesionado.

Feridas Abertas


Os ferimentos abertos podem ser
classificados como:

ESCORIAÇÃO: somente a parte
superficial da pele é removida,
produzindo um pequeno sangramento.
Em geral são bastante dolorosas, devido
a exposição dos terminais nervosos. É
conhecida também como abrasão,
arranhão ou queimadura por atrito.


INCISÃO: é um ferimento que apresenta
bordas regulares e bem definidas. A
quantidade de sangue que sai depende
da profundidade, região e comprimento
do ferimento.

LACERAÇÂO: ferimento que apresenta
bordas irregulares, com perda ou
destruição do tecido adjacente.




AVULSÃO: ocorre quando um pedaço
de pele é arrancado e fica pendurado ou
pode ser completamente separado do
corpo. Este tipo de ferimento pode
apresentar hemorragia severa.


PERFURAÇÃO: significa que o objeto
penetrou no corpo produzindo um
orifício estreito como por exemplo
ferimentos por pregos, flecha...Neste
tipo de ferimento pode acontecer do
objeto causador ficar empalado no
ferimento.

AMPUTAÇÃO: geralmente é produzida
por um corte ou trauma violento que
arranca ou separa uma parte do corpo.

Ferimentos superficiais poderão ser limpos com
água e sabão para prevenir a infecção. Se
houver sangramento importante, mantenha a
compressa no local e aplique uma bandagem
até que a vítima consiga a assistência médica
adequada.

Para lavar pequenos ferimentos:
• Lave o ferimento com água e sabão.
• Remova pequenos objetos
• Se houver sangramento, aplique uma
compressa limpa sobre o ferimento e
mantenha pressão no local.
• Procure assistência médica para lesões.

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Parto de Emergência


Parto Ø um fato natural. Chame a assistŒncia mØdica especializada.
Providencie transporte para um hospital.
No final da gestaçªo, a parturiente começa a apresentar sinais e
sintomas que sªo indicativos do início do trabalho de parto.
Identificaçªo do parto iminente ou período expulsivo
• contraçıes regulares a cada dois minutos
• visualizaçªo da cabeça do bebŒ no canal de nascimento
• ruptura da bolsa
• gestante multípara, com vÆrios partos normais.
Primeiros Socorros
Existem alguns pontos que devem ser lembrados, caso uma pessoa
se encontre diante da emergŒncia de um parto e tenha que prestar auxílios
à parturiente, por falta de recursos mØdicos imediatos ou de condiçıes de
transportÆ-la imediatamente a um hospital.
• Deixe a natureza agir. Seja paciente. Espere atØ que a criança nasça.
• Afaste os curiosos. Procurar ser o mais discreto possível e manter
ao mÆximo a privacidade da gestante.
• Mantenha a calma.
• Nªo permitir que a parturiente vÆ ao banheiro se sªo constatados
os sinais de parto iminente.
• Colocar a parturiente deitada de costas, com os joelhos elevados e
as pernas afastadas uma da outra e pedir-lhe para conter a respiraçªo,
fazendo força de expulsªo cada vez que sentir uma contraçªo uterina.
• Lave bem as mªos. Conserve limpo tudo o que cerca a parturiente.
• À medida que o parto progride, ver-se-Æ cada vez mais a cabeça
do feto em cada contraçªo. Deve-se ter paciŒncia e esperar que a natureza
prossiga o parto; nunca se deve tentar puxar a cabeça da criança para
apressar o parto.
• Somente ampare com as mªos a cabeça da criança que nasce,
sem imprimir nenhum movimento, que nªo o de sustentaçªo.
• Depois de sair totalmente, a cabeça farÆ um pequeno movimento
de giro e, entªo, sairªo rapidamente os ombros e o resto do corpo.
SustentÆ-lo com cuidado. Nunca puxar a criança, nem o cordªo umbilical,
deixar que a mªe expulse naturalmente o bebŒ e a placenta.
• Proteja a criança, evitando contato com locais sujos ou chªo frio e
œmido. Mantenha-a com a cabeça ligeiramente abaixada.
• Limpar o muco do nariz e da boca e assegure-se de que o bebŒ
esteja respirando. Se a criança nªo chorar ou respirar, segurÆ-la de cabeça
para baixo, pelas pernas, com cuidado para que nªo escorregue, e dar
alguns tapinhas nas costas para estimular a respiraçªo. Desta forma, todo
o líquido que estiver impedindo a respiraçªo sairÆ.
• Se o bebŒ nªo estiver respirando, aplicar a respiraçªo artificial
delicadamente, insuflando apenas o volume suficiente para elevar o tórax
da criança, como ocorre em um movimento respiratório normal. Aja com
delicadeza.
• O cordªo umbilical sairÆ com a placenta, cerca de 20 minutos
após o nascimento.
• Nªo hÆ necessidade de cortar o cordªo umbilical, se o transporte
para o hospital demorar menos de 30 minutos. PorØm, se o tempo de
transporte for superior a 30 minutos, deitar a criança de costas e, com um
fio previamente fervido, fazer nós no cordªo umbilical: o primeiro a
aproximadamente quatro dedos da criança (10 cm) e o segundo nó distante
a 5 cm do primeiro. Cortar entre os dois nós com uma tesoura, lâmina ou
outro objeto limpo. As extremidades do cordªo nªo devem sangrar.
• Após a saída da placenta, deve-se fazer massagem suave sobre o
abdômen da parturiente para provocar a contraçªo do œtero e diminuir a
hemorragia que Ø normal após o parto.
• Colocar o bebŒ em contato com a mªe, em seu colo, assim que
liberar a placenta (após cortar o cordªo umbilical).
• Mantenha a mªe e o filho agasalhados.
• Transportar os dois ao hospital para atendimento mØdico. Deve-se
tambØm transportar a placenta para o mØdico avaliar se ela saiu
completamente.

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Obstrução das vias aéreas por corpo estranho


A obstrução das vias aéreas classifica-se em sinais de obstrução leve e
obstrução grave. A obstrução grave é uma emergência que causará a morte
em minutos, se não for tratada. Uma vítima inconsciente pode desenvolver
uma obstrução das vias aéreas por causas intrínsecas (língua), que é o motivo
mais freqüente de obstrução das vias aéreas superiores na vítima inconscien-
te, ou extrínsecas (corpos estranhos).
São sinais de obstrução grave: sinal universal de asfixia, oxigenação
inadequada e aumento da dificuldade para respirar, tosse silenciosa, cianose
ou incapacidade para falar ou respirar.
CAUSAS
Existem 3 formas comuns de obstrução das vias aéreas em adultos.
Para cada uma, há um tratamento diferente.
1. Corpo estranho: um corpo estranho (p. ex., alimento) pode instalar-
se nas vias aéreas e bloqueá-las.
2. Língua relaxada: a língua pode cair para trás, na garganta, obstruin-
do as vias aéreas levando a vítima à inconsciência.
3. Edema das vias aéreas: o edema e a obstrução das vias aéreas
superiores ou inferiores podem produzir-se por doenças como asma, infec-
ção ou alergia. A posição da cabeça ou do pescoço e a manobra de Heimlich
não eliminam tal forma de obstrução.

Descrição da técnica

1. Confirme sinais de obstrução de vias aéreas.
2. Pergunte: Você está engasgado? Se a vítima
sinalizar afirmativamente com a cabeça, a ajuda será
necessária.
3.Coloque-se em pé atrás do paciente, envolva
a cintura dele com seus braços.
4. Feche uma das mãos, coloque o lado onde
está o polegar contra o abdômen do paciente, entre o
umbigo e o processo xifóide.
5. Segure a mão que está fechada com a outra mão e pressione-a
contra o abdômen do paciente, com movimentos para trás e para cima, em
direção ao diafragma até ocorrer a desobstrução ou o paciente perder a
consciência.
6. Se o paciente perde a consciência, abra as vias aéreas com a mano-
bra de inclinação da cabeça e elevação do queixo, observe a boca e tente
visualizar o objeto. Somente nesse caso realize a varredura digital para retirar o
objeto ou utilize uma pinça.
Promova duas ventilações. Após a primeira ventilação, observe se há
expansão torácica, caso não haja reposicione a cabeça do paciente e faça
uma nova ventilação. Se a obstrução persistir, inicie RCP .

TIPOS DE VIATURAS DE EMERGÊNCIA


Unidades Móveis

As Ambulâncias são classificadas em:
TIPO A – Ambulância de Transporte: veículo destinado ao transporte em decúbito horizontal
de pacientes que não apresentam risco de vida, para remoções simples e de caráter eletivo.
TIPO B – Ambulância de Suporte Básico: veículo destinado ao transporte inter-hospitalar de
pacientes com risco de vida conhecido e ao atendimento pré-hospitalar de pacientes com risco
de vida desconhecido, não classificado com potencial de necessitar de intervenção médica no
local e/ou durante transporte até o serviço de destino.
TIPO C - Ambulância de Resgate: veículo de atendimento de urgências pré-hospitalares de
pacientes vítimas de acidentes ou pacientes em locais de difícil acesso, com equipamentos de
salvamento (terrestre, aquático e em alturas).
TIPO D – Ambulância de Suporte Avançado: veículo destinado ao atendimento e transporte
de pacientes de alto risco em emergências pré-hospitalares e/ou de transporte inter-hospitalar
que necessitam de cuidados médicos intensivos. Deve contar com os equipamentos médicos
necessários para esta função.
TIPO E – Aeronave de Transporte Médico: aeronave de asa fixa ou rotativa utilizada para
transporte inter-hospitalar de pacientes e aeronave de asa rotativa para ações de resgate, dota-
da de equipamentos médicos homologados pelo Departamento de Aviação Civil - DAC.
TIPO F – Embarcação de Transporte Médico: veículo motorizado aquaviário, destinado ao
transporte por via marítima ou fluvial. Deve possuir os equipamentos médicos necessários ao
atendimento de pacientes conforme sua gravidade.

ESTADO DE CHOQUE


O estado de choque é um distúrbio
hemodinâmico que causa perfusão orgânica e
oxigenação tecidual inadequadas.
A circulação pode ser comparada a uma
sistema hidráulico fechado onde, o coração faz
o papel de bomba; as artérias, veias e capilares
fazem o papel de canos e o sangue corresponde
ao líquido que é bombeado pelo sistema pela
ação da bomba.
O líquido circulante flui a uma presssão
constante que o distribui em todas as partes do
sistema de uma maneira equilibrada. Um dano
em um dos três componetes (bomba, canos e
lìquido) pode levar a perda de pressão e falência
do sistema, fazendo com que os tecidos fiquem
sem receber sangue oxigenado adequadamente
levando a vítima a uma condição chamada
Choque.

COMO IDENTIFICAR O ESTADO DE CHOQUE

Os sinais de choque incluem:
• Alteração do estado mental
∗ Agitação
∗ Ansiedade
∗ Fadiga
∗ Confusão
• Pele fria, úmida e pálida
• Estremidades frias e pálidas
• Náusea e vômito
• Respiração rápida e superficial
• Inconsciência

Como Atender
Mesmo que os sinais de choque não
estejam presentes, atenda todas as vítimas
seriamente feridas ou de males súbitos para o
choque
• Coloque a vítima deitada de cóstas.
• Eleve as penas cerca de 30 centímetros se
não houver suspeita de lesão na coluna.
• Cubra a vítima com cobertores ou mantas
térmicas para mante-la aquecida.

Como agir em uma crise convulsiva


Como Identificar uma Convulsão
Os sinais de convulsão incluem:
• Queda súbita
• Perda da consciência
• Contração e relaxamento de toda a musculatura do
corpo de forma desordenada e involuntária

Cuidados com a Convulsão
Para atender uma convulsão:
1. Afaste objetos próximos para evitar lesões
2. Durante a convulsão proteja a cabeça da vítima
com as mãos espalmadas
3. Se a vítima estiver inconsciente e respirando
coloque-a na posição de recuperação
4. Procure serviço de emergência - SAMU 192 se:
• Ocorrer convulsão por motivo desconhecido
• A convulsão durar mais de cinco minutos
• A vítima não recuperar-se rapidamente,
apresentar novo episódio de convulsão
• A vítima apresentar dificuldade respiratória
• A vítima estiver grávida
• A vítima apresentar outros problemas
médicos
• Houver qualquer sinal de trauma

Histórico Atendimento Pré-Hospitalar


A necessidade de um atendimento pré-hospitalar começou nos campos de batalha com o transporte do ferido, permitindo o tratamento médico fora da zona de combate. Os soldados eram transportados em carroças de tração animal, para receberem o atendimento médico longe dos conflitos.
Dominique Larrey, cirurgião e chefe militar, em 1972 começa prestar os primeiros cuidados aos soldados feridos no próprio campo de batalha com a finalidade de prevenir possíveis complicações.
Esse tipo de atendimento aos soldados no campo de batalha continuou até a formação da Cruz Vermelha Internacional, em 1863, cujo objetivo era prover o atendimento do ferido o mais breve possível.
Na I e II Guerras Mundiais e nas Guerras do Vietnã e da Coréia, as enfermeiras tiveram sua presença marcada ativamente no atendimento aos soldados feridos.
Em 1953, no EUA, foram desenvolvidas as primeiras técnicas de respiração artificial, sendo que, três anos mais tarde surge o primeiro desfibrilador para tórax fechado.
O primeiro projeta de SAMU (Serviço Atendimento Móvel de Urgência) foi criado em 1964, no mesmo ano foi decretado à obrigação de 240 hospitais a possuírem ambulâncias de reanimação tripuladas por médico e enfermeiro (SMUR – serviço móvel de urgência e reanimação). No ano seguinte é desenvolvido o conceito de unidade móvel de terapia intensiva.
No Brasil, em 1949, há a criação do SAMDU (Serviço de Assistência Médica Domiciliar de Urgência) em São Paulo. Em 1986 há a implantação do GSE (1º Grupamento de Socorro e Emergência do Corpo de Bombeiros), no Rio de Janeiro.
Na década de 80, o Estado de São Paulo já utilizava um serviço destinado ao atendimento as urgências e emergências, o “192”, número telefônico pelo qual se chamava o serviço, pertencente à Secretaria Municipal de São Paulo.
No início dos anos 90 o serviço de APH (Atendimento Pré Hospitalar) é direcionado para o trauma no Corpo de Bombeiros, que são moldados a partir do modelo norte-americano. Em 1996, na cidade de Ribeirão Preto-SP, é implantado o SAMU, a partir do modelo francês.
O atendimento pré-hospitalar, em assim sendo, consiste num conjunto de medidas e procedimentos cientificamente comprovados, pré-estabelecidos e eficazes, executados no lapso temporal compreendido entre o instante em que ocorre um acidente, até a chegada da vítima à unidade hospitalar.

Escrito por Thais e Mariana.

CHOQUE HIPOVOLÊMICO


Fisiopatologia

A fisiologia do choque hipovolêmico consta de:
Volume sangüíneo diminuído - Retorno venoso diminuído - Retorno venoso diminuído -
Volume sistólico diminuído - Debito cardíaco diminuído - Perfusão tecidual diminuída

OS principais órgãos acometidos e os sinais e sintomas correspondentes
a cada um deles ( dentre eles os principais observados no pré-hospitalar):

- Cérebro – possui uma auto-regulação de perfusão, desde que a PAM não seja menor
que 60 a 70 mmHg. Quando há diminuição deste parâmetro, temos uma diminuição de
perfusão cerebral, que afeta todos os níveis de sua função podendo variar desde uma
desorientação até o estado de coma;
- Coração: a hipoperfusão leva a disfunção cardíaca. (taquicardia , dor torácica,dispnéia,
hipotensão );
-Pele : a hipotensão aciona o S.N. Simpático que age nas glândulas sudoríparas levando
uma sudorese (pele fria, úmida e cianótica);


Choque Hipovolemico

Sinais Compensado Descompensado
Pulso taquicardia taquicardia acentuada
Pele palidez, úmida palidez cérea (como cera);
sudorese intensa
Pressão arterial normal Diminuída
Consciência Não alterada alterada – da desorientação
ao coma

INTERVENÇÕES DE ENFERMAGEM

Avaliação da Cena
1 segurança da cena;
2 mecanismo do trauma;
3 numero de vítimas;
4 auto- proteção;
5 equipamentos essenciais.

Exame da Vítima
Exame primário (deve ser realizado em até 02 segundos);
avaliação geral imediata;
nível de consciência ( A,V,D,I);
A -avaliação das vias aéreas com estabilização de cervical;
B – respiração ( Ver, Ouvir e Sentir);
C – circulação ( palidez ou tom acinzentado de pele indicam problema circulatório):

Vítima que não responde
Palpar pulso carotídeo ao mesmo tempo que o pulso radial;
A presença de pulso carotídeo indica atividade cardíaca
Avaliar temperatura da pele, o choque é sugerido pela presença de pele fria; iniciar reanimação cárdio-pulmonar (02 ventilações X 30 compressões torácicas), na ausência de pulso carotídeo; ignorar hemorragias discretas.

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

MANOBRA PARA REMOÇÃO DE CAPACETE


1º O primeiro socorrista ajoelha-se atrás da cabeça do doente. Numa posição o mais estável possível, segura, com as palmas das mãos o capacete e mantém-no nessa posição, fixando as pontas dos dedos no rebordo do capacete.

2º O segundo socorrista, ajoelha-se ao lado do acidentado, a nível do tórax e desaperta ou corta, se necessário, a fita de queixo do capacete. Abre a viseira do capacete se ela estiver fechada.

3º Depois de se certificar do tipo de capacete e de todas as manobras que vai ter que efectuar para o retirar, o segundo socorrista segura o crânio do acidentado, colocando uma mão no occipital e a outra sobre a boca do acidentado por forma a fazer pressão com o dedo indicador e o polegar sobre os ossos que formam as maçãs do rosto.

4º Depois de completada esta manobra e de ter garantida uma posição estável, o segundo socorrista informa o primeiro que pode começar a retirar o capacete. O tipo de manobra a fazer depende do tipo de capacete (integral, sem protecção facial, de abertura frontal).Ao retirar o capacete, o socorrista tem que premir o almofadado interior ou forçar a abertura do capacete por forma a facilitar a passagem das orelhas. O capacete é retirado fazendo pequenos movimentos frente/traseira. Puxar com delicadeza!

5º Quando o bordo inferior do capacete (integral) atingir o nível do nariz, diminua a amplitude dos movimentos frente/traseira. Continue a retirar o capacete tendo no entanto atenção para não levantar involuntariamente a cabeça do acidentado. Prossiga a manobra até retirar completamente o capacete. Lembre-se, no entanto que pode haver cabelos emaranhados no capacete. Se se tratar de alguém com cabelos compridos, o socorrista que segura a cabeça, pode juntá-los ao crânio no momento em que coloca a mão no occipital.
6ºQuando o capacete tiver sido retirado, o segundo socorrista deverá manter a cabeça na posição inicial até iniciar o alinhamento cervical, nos casos em que for indicado.
7ºO primeiro socorrista coloca, então, as mãos abertas de cada um dos lados da face do paciente, por forma a que os seus dedos polegares fiquem sobre os ossos que formam as maçãs do rosto e os restantes dedos sobre o occipital, garantindo assim o alinhamento neutro e estável da coluna do paciente.
8ºO segundo socorrista só abandona a posição quando é informado pelo colega que a cabeça do paciente está segura. Então, selecciona o colar cervical “MIAMI J” da medida apropriada e executa a sua aplicação.
fonte:http://images.google.com.br/imgres?imgurl=http://vmerchc.no.sapo.pt/Pag/aprenda/barras/trabalhos/Trauma/capacete/capacete8.gif&imgrefurl=http://vmerchc.no.sapo.pt/Pag/aprenda/barras/trabalhos/Trauma/ret_capacete.htm&usg=__kGhHqk2CA0VnfFuMg6lHhkq6Ih4=&h=287&w=400&sz=40&hl=pt-BR&start=4&tbnid=DzdVIO2r5AlStM:&tbnh=89&tbnw=124&prev=/images%3Fq%3Dcolar%2Bcervical%26gbv%3D2%26hl%3Dpt-BR



USO DO COLAR CERVICAL


OBSERVAÇÃO IMPORTANTE Leia as instruções antes de usar. O treinamento do uso deste equipamento deve ser realizado antes da sua utilização no paciente. A aplicação deste produto deve ser realizada por profissionais da saúde, treinados em Emergências Médicas (Resgate e Remoções) e sob a responsabilidade de um coordenador médico. 1- A ESCOLHA DO TAMANHO DO COLAR CERVICAL. É importante o uso do tamanho apropriado. O colar muito pequeno poderá não prover a imobilização suficiente, enquanto o colar muito grande poderá levar a uma hiperextensão cervical no paciente. A escolha do tamanho ideal para o paciente é feita calculando-se a distância entre uma linha imaginária no ombro onde o colar ficará apoiado e a base do queixo. 2- MEDIDA DO TAMANHO NO COLAR A medida exata do colar é a distância entre o ponto de referência (botão) e a borda inferior do plástico rígido e não até o emborrachado de espuma. Esta medida do colar, designa, também, o tamanho da tala – fácil de imobilização. 3- MEDIDA DO TAMANHO NO PACIENTE Quando o paciente se encontra em posição neutra cervical, use seus dedos para visualizar a distância entre o ombro e o queixo. 4-- MEDIDA DO TAMANHO NO COLAR Você pode usar seus dedos para escolher o tamanho do colar cervical mais adequado para o paciente APLICAÇÕES POSICIONANDO O APOIO MENTONIANO Com a cabeça do paciente em alinhamento neutro, posicione o apoio mentoniano deslizando o colar para cima do torax. Tenha certeza de que o mento, esta bem apoiado pelo suporte mentoniano. Dificuldade em posicionar o suporte pode indicar a necessidade de um colar menor. FECHAMENTO DO VELCRO Revise novamente a posição da cabeça do paciente e o colar, certificando que o alinhamento está adquado. Tenha certeza de que o queixo do paciente cobre a fixação central do suporte mentoniano. Se isto não acontecer aperte o colar até que o suporte apropriado seja obtido. Selecione um colar cervical menor caso você perceba que apertando muito o colar poderá levar a uma hipertensão.